segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A U.P entre as 500 melhores universidades do mundo

Agora fiquei orgulhosa!
Qual não é o meu espanto hoje quando dou com a seguinte notícia no Público:


«As universidades de Lisboa e do Porto estão entre as 500 melhores universidades do mundo, segundo o Academic Ranking of World Universities, da Universidade de Jiaotong, de Xangai, na China.
(...)
Para António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa (UL) "é uma honra estar incluída nas 500 melhores universidades do mundo. É excelente que a Universidade do Porto também esteja; e é fundamental que mais universidades portuguesas entrem nesta lista. É um trabalho que temos a obrigação de fazer, colectivamente". No entender de Marques dos Santos, reitor da Universidade do Porto (UP), este ranking é um "indicador idóneo e respeitado" e reflecte que a estratégia que a instituição tem desenvolvido é "correcta e auspiciosa".


O posicionamento da UP, segundo o reitor, decorre do esforço que a instituição está a "desenvolver no sentido de melhorar a qualidade do ensino, de proporcionar a mobilidade de estudantes, docentes e investigadores, de fomentar a investigação científica, de modernizar os pólos universitários, de incentivar a cooperação inter-universitária."»

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

CP generosa

Hoje fui até ao Porto uma vez que tinha de ir à Faculdade e qual não é o meu espanto quando chego à bilheteira e o homenzinho sem mais nem menos pede-me o bilhete de identidade. Quando lhe perguntei para que efeito queria o B.I só me respondeu "Ó menina, mostre-me o seu B.I, por favor. Eu não digo a ninguém a sua idade." Teve sorte que eu até estava bem disposta, além de já o conhecer ali da CP há uns anos e mostrei. Confirmou a data de nascimento, deu-me o bilhete para o Porto e desejou-me boa viagem. Sem receber o dinheiro! Quando lhe lembrei que ainda não tinha pago riu-se e responde-me "Ai não sabe? Hoje até aos 25 anos não se paga bilhete."
Ok, custava ter explicado essa parte ANTES de pedir o B.I???

Se sabia tinha ido era até Lisboa, mas pronto, poupou-se mais uns trocos.

domingo, 8 de agosto de 2010

Vagos Open Air 2010


Como não podia deixar de ser, este ano lá fui mais uma vez ao Vagos Open Air.
Mais um ano com muito calor e demasiado pó. Mas valeu a pena!

Na sexta vi os primeiros concertos de longe nas bancadas que não estava para apanhar com aquele sol mas pareceu-me que os Gwydion estavam a dar um bom concerto.

Ensiferum - o principal motivo da minha ida neste dia. Foi curto, deixou algumas músicas que estava a morrer de vontade de ouvir de fora (Heathen Throne), mas compensaram com a Lai Lai Hei. Umas problemas técnicos com a guitarra do Petri pelo meio, mas nada que não se resolvesse. É bom que voltem depressa!

My Dying Bride - Grande concerto, sem dúvida que cumpriu expectativas e aquela teatralidade do Aaron em palco ajuda sempre a envolver-nos na música.

Meshuggah - Ouvi de longe, porque não é coisa que goste mas pela reacção de alguns amigos parece que foi bom.

No segundo dia, mais uma vez perdi os dois primeiros concertos porque resolvi ir passear em Calvão e também não me interessava muito.

Ghost Brigade - Conhecia mal e a primeira coisa que perguntei quando os vi à frente foi "Têm a certeza que aqueles são finlandeses?", mas até gostei da música, serviu como um bom aquecimento para Amorphis.

Amorphis - Concerto brutal! Som quase excelente (ao contrário do que aconteceu depois), visto da primeira fila, com um set-list perfeito. Talvez o melhor da noite (empatado com Kamelot).

Kamelot- Mais 5 minutos de soundcheck e estava capaz de assassinar alguém. Eu e pelos vistos o próprio Roy Khan também, porque me pareceu um bocadito rabugento no inicio, mas talvez fosse impressão minha, se bem que o facto de ninguém o ouvir no início deve ter ajudado. Enfim, apesar de ter sido o grande concerto da noite para mim, soube a pouco e fiquei a ver que o senhor tem alguns "ataques de diva" como a mania de trocar de casaco, o facto de adorar subir a um pequeno estrado que tinha perto da bateria e fazer algumas pausas. O que é certo é que acabou o concerto sem voz. Aliás, ele e eu.

Carcass- Apesar da minha panca com o Michael Amott já só vi menos de metade do concerto porque estava a morrer de dores de garganta e resolvi sair do meio da confusão. Mas o que vi gostei. E parti-me a rir com o soundcheck quando o gajo sai-se com qualquer coisa tipo "Cookies are good but chocolate is better."