Agora sim, estamos em 2011 e ainda não sei como definir o ano de 2010.
Grande ingenuidade a minha ao pensar que adiar esta introspeção até o ano ter terminado ia fazer com que fosse diferente… que umas míseras horas alterassem 364 dias de derrotas, perdas, indecisão e dúvidas? Grande burrice.
Mas nem tudo é mau, tive a melhor passagem de ano dos ultimos anos (se bem que aparentemente, ao pé de uma aranha, embora eu não a tenha visto ou talvez tivesse começado o ano com um ataque de pânico e nem quero começar a refletir se isto será bom ou mau sinal – mas acho que nem é sinal nenhum), foi sem dúvida uma noite fantástica, mas não me trouxe nada de novo, muito menos a solução miraculosa para todos os meus problemas e dúvidas. Espero que 2011 se encarregue disso…
Lembro-me perfeitamente que em 2009 a poucos minutos da meia-noite pensar que não queria que aquele ano acabasse nunca. Tinha sido tão bom, tão repleto de vitorias, de ganhos pessoais, de concretizações… que parecia que o simples chegar de um novo ano ia mudar isso. E mudou mesmo.
Bem, depois do melhor começo de ano que podia ter tido, espero que 2011 se revele bem melhor que o ano anterior, se não exijo uma máquina do tempo para voltar a 2009!