E que boas recordações que me traz! Lembro-me das diretas no jardim ao som da Crawling, de certo verão em Espinho com a In the End em repeat, mas principalmente as vezes que me dedicaram a Numb ainda na associação de estudantes do liceu (a original, não a palhaçada que fizeram depois com o Jay Z!).
Até agora pensava que nada nunca iria arruinar tais memórias, mas parece que me enganei. Depois da grande desilusão de Minutes to Midnight veio o total desespero com esta coisa aparentemente denominada “A Thousand Suns” à qual eu me recuso a chamar música! Aquilo não é nada! Foi pegar num gutural excelente (para o género) do Chester e atirar com ele ao lixo como se não fizesse falta ao album. Sim, porque afinal já tinham a maravilhosa mistura de sons do génio Mike Shinoda, quem é que precisava de mais?? **ironic mode off**
Agora pergunto-me se o mesmo público que tinham no Hybrid Theory vai sequer passar da 2ª faixa, porque sinceramente eu tive algumas dificuldades em passar daí e mesmo assim só cheguei ao fim depois de várias tentativas.
Enfim, descrevendo este album numa única palavra ocorre-me LIXO!!!
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